Desde a simples utilização de lâmpadas de baixo comsumo à implementação de um sistema de Domótica ou mesmo ao correcto aproveitamento da exposição solar numa construção de raíz, todas as medidas para a poupança de energia são um grande contributo para a preservação dos recursos e com retornos financeiros para os consumidores, muito vantajosos.
De um modo geral, 50% do consumo energético dos edifícios residenciais são gastos com Águas Quentes Sanitárias (AQS), 25% em Climatização e os restantes 25% em Iluminação e Electrodomésticos.
Com as crescentes exigências na qualidade e conforto térmico, o aumento dos consumos energéticos é inevitável. Assim a previsão de 4% de aumento dos consumos energéticos para os edifícios residenciais, torna fundamental a implementação de medidas e incentivos, para que os novos edifícios sejam energicamente mais eficientes e para que o edificado existente adopte sistemas energéticos mais sustentáveis. O ideal passa por conseguir a viabilidade económica sem comprometer a arquitectura dos edifícios.
Num país como Portugal, com um número de horas de exposição solar tão elevado, é indispensável tirar partido deste recurso inesgotável para tarefas tão simples como o aquecimento das águas sanitárias e do ambiente. Muitas vezes são processos e métodos simples que apesar do investimento inicial trazem benefícios imensos para os utilizadores e consequentemente para o ambiente.
A Saúde dos utilizadores é um reflexo da qualidade dos edifícios. Edifícios mais salubres vão provocar vivências mais saudáveis.
A Eficiência Energética para além de nos ajudar na preservação do ambiente, traduz-se num curto espaço de tempo, num bom investimento.
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